A infância de Albert Einstein

A infância de Einstein: Albert criança
Albert e sua irmã, Maja Einstein
Albert Einstein nasceu em 14 de março de 1879, às 11h30 da manhã, na cidade de Ulm, na Alemanha, uma pequena cidade próximo as margens do Danúbio.

Era filho de Hermann Einstein e Pauline Koch.
Era pequeno, parecia fraco, franzino e frágil, com pouco mais de 2kg.

Ao contrário do que muitos pensam, ele não nasceu 'gênio'...aliás, ele era bem estranho quando bebê.
Muitos falavam que era uma criança de aspecto estranho, formato da cabeça estranho, nada bonito e fofinho...

Einstein teve muitos problemas na infância, mas o maior deles foi a fala.
Ele demorou a falar. Muitos acreditam que por isso ele desenvolveu tanto sua imaginação visual, que aplicou em toda sua carreira de cientista.

Seu principal passatempo era brincar com a irmã mais nova, Maja.
Porém, aos cinco anos, algo mudou a vida do pequeno Albert.

A grande virada

Algo simples, mudou completamente sua vida.
Ele ganhou uma bússola de seu pai.

Uma fascinação ocorreu logo de cara.

  • O que é isso?
  • Por que essa agulha se move?
  • Por que ela aponta em uma determinada direção?
  • Quem move ela?
  • Por que aponta pro norte, e não para o sul?
  • Por quê ?


Nesse ponto, já notamos algumas características únicas de Einstein.
Com 5 anos, se fascinou por uma bússola.
Nessa idade estamos correndo, caindo, brigando e comendo areia.

Outra característica dele veio à tona: obsessão.
Quando metia algo na cabeça, como uma dúvida, ficava pensando, pensando e pensando, o tempo inteiro, sem descanso, quase que compulsivamente, até entender.

Aliás, até seus últimos momentos de vida, o assunto do magnetismo o fascinou. Pena que ela nunca tenha conseguido 'encaixar' esse pedacinho e revelar no quebra-cabeça do universo. Mistério.

O tio Jakob

Outra influência muito grande em sua vida, foi o Tio Jakob, que era um engenheiro e sócio do pai de Albert, o senhor Hermann Einstein, no comércio de penas de ganso.

As primeiras lições de álgebra e geometria de Einstein foram dadas pelo seu tio Jakob.
Jakob vivia dando problemas de matemática para o pequeno Albert resolver, isso foi um baita incentivo em sua vida.

Ou seja, o passatempo preferido do pequeno Albert era...resolver questões de matemática que seu tio passava. Mas ele não via isso como algo chato e maçante, e sim como um desafio, um mistério a ser desvendado, algo como descobrir um grande segredo.

E quem já experimentou, sabe: quando a mente descobre um grande segredo, é um dos melhores prazeres existentes na vida.

Ele usava seu raciocínio lógico, de dedução, para resolver os desafios de geometria.
Mesmo raciocínio que usaria para desvendar os mistérios da natureza e mesma geometria que utilizou para aperfeiçoar nosso entendimento sobre o universo.

A Família de Einstein

Seus pais eram gente boa, super tranquilos e sossegados.
Eram judeus, mas não eram fervorosos, não levavam os costumes judaicos muito a sério.

Sempre entenderam e apoiaram Albert, mesmo quando esse tomou decisões que poderiam soar estranhas para a época, como recusar cidadania alemã, tentar ser expulso da escola, se tornar um cientista e outras coisitas e esquisitices mais, que iremos ver no decorrer de nossa leitura da Biografia de Einstein.

Hermann era muito tranquilo e de boa, adorava passear na natureza, comer, beber, ficar com a família e ler poesia. Pauline era apaixonada por violino, paixão que passou adiante, para o pequeno Albert, que tocou sempre pelo resto da vida.

Hermann era também um homem da ciência, e chegou a montar empresas de eletricidade, uma baita novidade para a época. Mas elas iam falindo, com o tempo e geraram alguns estresses entre familiares que investiam no negócio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário